quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Numa manhã


De manhã abri meus olhos,
Descortinei minha mente

Rente à existência de Deus.

Tudo começa nessa esquina divina,
No pensamento pós noturno,
Inaugural de mais um dia
De renovada sina.

Lembro que tudo começa com Deus.
Tudo no meio é consigo.
E o meu fim,
O que direi?

No ínterim fracionado do despertar,
Ao sair à labuta,
Elevo vapores aos céus
Até que sento
E me lembro
De quem deveria ser.

Mas descanso naquilo
Que não mais sou.

E levito.


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